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MIRASSOL

Liminar estabelece prazo de 30 dias para hospital de Mirassol sanar irregularidades

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A Justiça acolheu pedido liminar efetuado pelo Ministério Público de Mato Grosso e estabeleceu o prazo de 30 dias para que o Hospital Mater Dei Ltda, localizado no município de Mirassol D´Oeste, regularize todas as pendências apresentadas em relatório técnico do Conselho Regional de Medicina (CRM) e também constatadas pela Vigilância Sanitária Estadual. Entre os problemas verificados estão ausência de médico plantonista, de profissionais de enfermagem e de equipe de esterilização. O descumprimento da liminar implicará em pagamento de multa diária no montante de R$ 10 mil.

Consta na ação do MPMT que as irregularidades no hospital são recorrentes desde 2017. Houve interdição parcial da unidade em novembro de 2020 e, em março de 2021, foi constatado que o hospital continuava funcionando. No mesmo mês, a Vigilância Sanitária promoveu a interdição total da unidade hospitalar.

De acordo com a promotora de Justiça Tessaline Luciana Higuchi Viegas dos Santos, foram realizadas diversas tentativas de solucionar o impasse com o hospital, mas o MPMT não obteve êxito e recorreu ao Poder Judiciário.

Na decisão, a juíza Henriqueta Fernanda C.A.F. Lima ressalta que a determinação judicial busca evitar novas falhas, já que informações anexadas ao processo comprovam que mesmo interditado, o Hospital ainda prestava serviços sem sanar as irregularidades.

Além da unidade hospitalar, também foram acionados pelo Ministério Público Aristides Joaquim da Cruz, sócio-proprietário, e Luiz Emanoel Vasconcelos Godoy, responsável técnico do hospital.

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MIRASSOL

TJ manda município em MT implementar esgoto em loteamento erguido em “brejo”

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A Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça (TJMT) negou um recurso da prefeitura de Mirassol D’Oeste (296 Km de Cuiabá), que terá que implementar a infraestrutura (asfalto, rede de esgoto etc) num loteamento erguido num “brejo”.

De acordo com um processo que tramita no Poder Judiciário de Mato Grosso, o Ministério Público do Estado (MPMT) denunciou a prefeitura de Mirassol D’Oeste e também a Imobiliária Bordone, além da construtora Roberto Braga LTDA, pelas irregularidades.

Conforme a denúncia, o loteamento, batizado de Jardim das Flores III, foi erguido numa área “alagadiça” – como um “brejo” ou “pântano”, por exemplo -, e não dispõe de infraestrutura mínima para seus moradores.

O MPMT revela que o Jardim das Flores III não possui, sequer, “ruas abertas”. “Foram constatadas diversas irregularidades no loteamento denominado Jardim da Flores III, localizado nesta cidade, tais como, inexistência de ruas abertas, implementação em terreno alagadiço, ausência de saneamento básico, esgoto correndo a céu aberto e obras de abertura de arruamento, quadras, lotes e de equipamento urbano ainda não haviam sido concluídas”, diz trecho do processo.

Em sentença do mês de julho de 2023, a 2ª Vara de Mirassol D’Oeste acatou o pedido do MPMT, dando um prazo máximo de 2 anos para que a prefeitura e as empresas responsáveis pelo loteamento realizem as obras de infraestrutura. As partes recorreram da decisão, porém, no dia 30 de outubro de 2024, a Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo do TJMT manteve a condenação.

“A sentença de primeiro grau foi mantida, com a devida apreciação de todos os argumentos apresentados pelas partes, especialmente no que tange à responsabilidade solidária dos réus para a regularização do loteamento, tendo o acórdão deixado claro os fundamentos pelos quais a apelação não foi acolhida. Em momento algum foi omitida a análise de questões relevantes ou constitucionais”, diz trecho do voto da desembargadora Helena Maria Bezerra Ramos. As partes ainda podem recorrer da decisão.

Por Folha Max

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