Nasrallah, do Hezbollah, disse que “[a guerra] é uma verdadeira vitória para a resistência em Gaza e na Palestina, [já que existe uma] agressão traiçoeira e brutal de Israel contra o povo em Gaza e na Cisjordânia”, informaram jornais locais.
Após a reunião, Nasrallah concordou com Saleh al-Arouri, do Hamas, e com Ziad al-Nakhaleh, da Jihad Islâmica, sobre os próximos passos que os três devem tomar neste “estágio sensível”.
Conforme declaração veiculada pelas mídias estatais libanesas e geridas pelo Hezbollah, o objetivo do grupo era alcançar “uma verdadeira vitória para a resistência em Gaza e na Palestina” e deter a “agressão traiçoeira e brutal de Israel contra o nosso povo oprimido e firme em Gaza e da Cisjordânia”.
Conforme o jornal Times of Israel , nenhum outro detalhe sobre a reunião foi divulgado. As discussões ocorreram enquanto a guerra entre o Hamas e Israel entra na terceira semana.
Nesta quarta, o Ministério da Saúde de Gaza informou que o número de mortos pelo conflito atingiu 6.055, conforme ocorrem mais bombardeios aéreos e corpos são retirados dos escombros. Destes, mais da metade são mulheres e crianças.
Ainda segundo a pasta, 15.143 pessoas estão feridas. Na Cisjordânia, o número de mortos chegou a 103.
Conforme o número de mortos em Gaza aumenta, as tensões na fronteira Líbano-Israel também tem crescido. No local, integrantes do Hezbollah têm trocado tiros com tropas israelitas desde o dia seguinte ao ataque surpresa do último dia 7 do Hamas contra Israel.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.