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POLÍCIA

Investigação apura furto de defensivos agrícolas e cumpre mandados em Barra do Bugres

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Barra do Bugres, cumpriu nesta quarta-feira (24) mandados judiciais decorrentes de uma investigação que apura os delitos de furto qualificado de defensivos agrícolas e associação criminosa.

A investigação chegou a autoria de três envolvidos nos crimes, sendo um deles um policial militar de Barra do Bugres que foi alvo de prisão e de busca e apreensão decretados pela Justiça. O cumprimento das ordens judiciais foi acompanhado pela Corregedoria da Polícia Militar e o comando regional de Tangará da Serra.

Durante as buscas foram apreendidas com o policial, munições de calibres diversos, entre eles de .40 e .380. Diante do material encontrado, o militar foi autuado em flagrante pelo crime de posse irregular de munições de calibres dos quais ele declarou não possuir arma com registro.

A Polícia Civil coletou indícios que demonstraram a autoria e materialidade do furto de uma carga de defensivos avaliada em R$ 700 mil. A investigação apontou que no início deste ano, o policial preso procurou um cúmplice e disse que estava com herbicidas e que queria vendê-los, mas que não tinha contato e daria uma comissão de 30% para que o ajudasse a encontrar um comprador para os produtos. Outro policial militar foi preso anteriormente em Tangará da Serra com parte dos defensivos agrícolas furtados.

Os herbicidas estariam em uma residência de um primo do policial que, posteriormente, morreu em confronto com militares, em um sítio na zona rural de Barra do Bugres. Após essa ocorrência, o policial buscou ajuda para vender os defensivos.

Com base nos elementos apurados durante a investigação foi representada pela prisão e mandados de busca contra o policial militar, deferidos no início desta semana pelo juízo da 3ª Vara Criminal de Barra do Bugres.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLÍCIA

Mulher investigada pela Polícia Civil por lavar dinheiro do tráfico adquirindo bens é condenada a 8 anos de prisão

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Uma mulher investigada pela Polícia Civil de Mato Grosso por lavagem de dinheiro do tráfico de drogas, em Itiquira, no sul do estado, foi condenada a oito anos de prisão em regime fechado. A sentença foi publicada nesta segunda-feira (16.09) e inclui também a perda de bens móveis e imóveis da ré.

Romiléia Natácia Ribeiro Lopes, de 38 anos, foi presa preventivamente em julho do ano passado, após a investigação da Delegacia de Itiquira apurar o crime de lavagem de capitais operado por ela a partir de lucro obtido com o tráfico de entorpecentes e organização criminosa, delitos pelos quais o marido dela também foi investigado.

A magistrada Fernanda Mayumi Kobayashi, juíza da Vara Única de Itiquira, determinou na decisão que condenou Romiléia a perda dos bens adquiridos ilicitamente, entre eles 19 imóveis e três veículos que estavam em nome dela e de laranjas.

A ré está detida em uma unidade prisional feminina do estado.

Bens comprados com dinheiro do tráfico

O marido de Romiléia, Cleverson Dyego Serafim de Morais, liderou o tráfico de drogas no município de Itiquira e ambos adquiriram e ocultaram diversos bens imóveis e veículos com o lucro obtido com o tráfico de entorpecentes. Em 24 de junho do ano passado, a Polícia Civil cumpriu mandados de prisão e de buscas na chácara onde Cleverson morava. Na ocasião, para fugir da abordagem policial, ele pulou no Rio Itiquira e se afogou, sendo o corpo encontrado quatro dias depois pelo Corpo de Bombeiros.

A investigação em relação ao casal comprovou a aquisição de móveis e veículos, entre os anos de 2016 e 2022.

Já a análise da movimentação financeira do casal, avaliada entre o final de 2014 e junho de 2022, apontou que 36 contas bancárias foram movimentadas pelos dois, tanto de Romiléia e Cleverson, quanto em nome dos filhos. O valor movimentado pelo casal superou a quantia de R$ 2 milhões, contudo, a atividade comercial desenvolvida por ela era um pequeno salão de beleza em Itiquira, cuja renda era incompatível com os valores operados nas contas bancárias.

Ao longo das investigações, a equipe da Delegacia de Itiquira constatou que diretamente, ou utilizando o nome de seus filhos, Romiléia adquiriu 15 imóveis, um patrimônio completamente incompatível com sua fonte de renda e cuja origem era proveniente das atividades ilícitas promovidas por Cleverson Dyego. O delegado Felipe Neto ressalta que o que chamou a atenção durante a investigação é que a compra de alguns imóveis foi feita em espécie, antecipadamente ao registro dos contratos imobiliários.

Além dos imóveis registrados em nome da denunciada ou de seus filhos, também foram identificados outros quatro imóveis que comprovadamente pertenciam à ré, todos localizados em Itiquira, mas não estavam escriturados e foram alugados a terceiros.

Romiléia fez diversas tentativas de se desvincular da figura de Cleverson, argumentando que já estavam separados, porém, as informações apuradas na investigação provaram que ambos nunca se separaram de fato.

A ré ameaçou diversas pessoas na cidade, fazendo a cobrança de supostas dívidas, e usando o nome de uma facção criminosa como coação e temor para que a ajudassem a encobrir o patrimônio adquirido ilicitamente.

Cleverson Dyego respondeu a diversos inquéritos policiais pela Delegacia de Itiquira pelos delitos de organização criminosa, tráfico, homicídio, ameaça, furto e tortura.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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