Uma professora, de 50 anos, foi morta a facada nesta quarta-feira (22) em uma escola da França . Segundo autoridades francesas, o responsável pelo assassinato foi um aluno, de 16, que possui problemas psicológicos e afirmou estar “possuído” antes de esfaquear no peito a profissional de educação .
O ataque ocorreu na cidade de Saint-Jean-de-Luz. O adolescente escapou por uma sala vizinha e falou para um professor que uma voz o mandou praticar o ataque contra a professora. O educador conseguiu tirar a faca do estudante e ficou ao lado dele até a polícia chegar, segundo informações da BFMTV.
O crime foi praticado na escola secundária Saint-Thomas d’Aquin, na região dos Pirinéus-Atlânticos. As autoridades vão investigar para saber se o assassinato foi premeditado.
O responsável pelas investigações afirmou que o jovem está sob custódia e não possui antecedentes. Na quinta (23), os policiais farão uma coletiva de imprensa para dar mais detalhes sobre o crime.
O presidente da França, Emmanuel Macron, usou as redes sociais para lamentar o assassinato. “O assassinato de uma professora em Saint-Jean-de-Luz nos enche de intensa emoção”, escreveu no perfil no Twitter. “Compartilho a dor de sua família, de seus colegas, de seus alunos, de nossos professores que dedicam suas vidas a transmitir conhecimento às futuras gerações. A nação está com você”.
Olivier Veran, porta-voz do governo da França, também enviou uma mensagem aos familiares da vítima. “Mal posso imaginar o trauma que isso pode representar, localmente e de forma mais geral em escala nacional”, comentou ao conversar com jornalistas.
Ministro da Educação da França foi ao local do crime
Pap Ndiaye, ministro da Educação da França, foi até a escola onde ocorreu o ataque e conversou com jornalistas. Ele relatou que 90 alunos da unidade educacional e outros dois da mesma faixa etária passavam por apoio psicológico. “Nada sugere a ocorrência de uma tragédia tão terrível”, comentou.
O ministro garantiu que será feito um minuto de silêncio em todas as escolas da França, às 15h, na quinta. Ele classificou o episódio como “um dia triste para o sistema educacional francês, um dia triste para esta escola”.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.