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MATO GROSSO

Incentivos fiscais do Prodeic são prorrogados por mais 8 anos em Mato Grosso

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Por unanimidade, o Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat) decidiu prorrogar os incentivos fiscais, concedidos pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso, até 31 de dezembro de 2032. A extensão da concessão ocorreu na 24ª Reunião Extraordinária, nesta quinta-feira (19.12), no Palácio Paiaguás.

O Condeprodemat considerou o retorno obtido do programa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec-MT), cujo relatório de desempenho apontou 77 mil novas vagas de empregos criadas pelos beneficiários do Prodeic, em 2023.

O levantamento ainda destacou que, a cada R$1 real de renúncia fiscal via programas de incentivos fiscais, o investimento das empresas no Estado foi de R$ 3,97.

O secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente do Condeprodemat, César Miranda, explicou que o Governo tem se unido a uma força-tarefa com o setor privado para estimular o crescimento da economia de Mato Grosso e que os incentivos fiscais não geram benefícios apenas aos empresários e, sim, a toda população.

“O Governo Mauro Mendes tem um diálogo aberto com as entidades, as federações e com o setor privado, unindo-se em uma força-tarefa para que Mato Grosso continue crescendo economicamente. As isenções fiscais concedidas pelo Estado resultam em benefícios para toda a população mato-grossense, pois isso retorna em investimentos e geração de empregos e renda. Com o incentivo prorrogado até 2032, garantimos que nossa indústria cresça e que a matéria-prima produzida em Mato Grosso possa ser transformada aqui mesmo. Isso gera um impacto positivo, de crescimento, nos municípios e na vida de quem vive no nosso Estado”, afirmou César Miranda.

Participaram da reunião o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo; o presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso, Silvio Rangel; o presidente da Federação do Comércio de Mato Grosso, Wenceslau Júnior, e demais representantes da Casa Civil, da Procuradoria Geral do Estado e não votantes do setor privado.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Alunos de escola técnica da Seciteci desenvolvem tijolo sustentável à base de algodão

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Estudantes da Escola Técnica Estadual (ETEC) de Campo Verde desenvolveram um tijolo feito à base de resíduos de algodão, que pode reduzir a temperatura dos ambientes e valor das obras, além de ajudar o meio ambiente. O projeto foi elaborado no curso Técnico em Têxtil da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci).

Chamado de “EcoTijolo”, o projeto teve início com a coleta dos resíduos sólidos gerados no beneficiamento do algodão, uma das principais culturas agrícolas de Campo Verde. Foram usados caroços, fibras residuais e partículas, que foram então secados ao sol para remoção de umidade e triturados.

De acordo com os alunos, o uso dos resíduos (fibrilha) reduz o custo de produção, o que deixa o produto mais atrativo economicamente. Posteriormente, o material foi misturado com proporções específicas de areia e cimento, passando depois por testes laboratoriais que comprovaram uma resistência similar a dos tijolos convencionais.

Participaram do trabalho os estudantes: Evandro Carlos Almeida de Aguiar, João Gabriel de Oliveira Mello, João Kelwin Nunes Pereira, Karllos Henrik de Azevedo Alves e Victor Gabriel dos Santos.

A orientadora do projeto, Manoela Lara Dias, afirma que esse é mais do que um exemplo de inovação tecnológica. Segundo ela, é uma solução prática que une o setor agrícola, educacional e social em prol de um futuro mais sustentável e inclusivo.

“Ideias como essa colocam a Escola Técnica de Campo Verde como referência em sustentabilidade, enquanto transforma os resíduos em possibilidades”, avalia a professora.

Manoela também destacou o potencial do projeto em fortalecer laços entre a Escola Técnica e a comunidade.

“A utilização de EcoTijolos em obras locais, como escolas, centros comunitários e residências, reforça o impacto social do projeto. Os alunos envolvidos ganharam novas habilidades práticas e uma visão empreendedora, formando uma geração de profissionais comprometidos com soluções criativas e sustentáveis para os desafios atuais”.

Os resultados da fabricação do Ecotijolo com resíduos de algodão demonstraram alta viabilidade técnica e ambiental. Isso porque, além de reduzir o desperdício gerado pela cultura do algodão, contribui para a preservação ambiental ao minimizar a extração de recursos naturais e a emissão de carbono. Também alia economia circular e eficiência energética, promovendo construções mais ecológicas e acessíveis. Chama atenção ainda o fato desse tipo de material deixar as construções mais frescas.

O estudante Evandro Carlos ressalta que o apoio da escola foi importante para o desenvolvimento do projeto, principalmente por parte da professora orientadora. Cita ainda que o desenvolvimento do trabalho contribui com o processo de aprendizagem.

A Seciteci conta atualmente com 15 escolas técnicas. Em 2025, serão 17 unidades ofertando cursos vocacionados para demandas de cada região de Mato Grosso, como Agronegócio, Agricultura, Enfermagem, Meio Ambiente, Saúde Bucal, entre outros.

Fonte: Governo MT – MT

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