Mauro quer fortalecer pequenos agricultores de MT

Mauro quer fortalecer pequenos agricultores de MT

Por DA REDAÇÃO 09/08/2018 - 18:57 hs

Em visita à Juína, o candidato a governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), defendeu maior apoio do Estado aos pequenos agricultores e à agricultura familiar em geral, setor que é de extrema importância para o desenvolvimento econômico e social da região. A proposta foi defendida durante reunião no Sindicato Rural do município, realizada na noite desta quarta-feira (08). 

O encontro também contou com a presença do senador Cidinho Santos; dos candidatos ao Senado, Jayme Campos e Carlos Fávaro; da deputada estadual Janaína Riva; do deputado estadual Dilmar Dal’ Bosco; do ex-prefeito de Juína, Hilton Campos; além de dezenas de prefeitos, vereadores, agricultores e pecuaristas da região. “Vamos apoiar a agricultura familiar, que tem um papel preponderante no crescimento dessa região. Firmaremos o compromisso de dar suporte a este setor primordial para a economia aqui da região noroeste do Estado”, afirmou.

Antes da reunião, Mauro Mendes e os dois candidatos ao Senado, acompanhado da comitiva, visitaram a Feira de Produtores de Juína e ouviram as demandas e anseios da categoria não só em relação à agricultura familiar, mas sobre os demais problemas enfrentados na região.  “O Governo tem que apoiar Juína, Brasnorte, Castanheira, fazer parcerias com os municípios, para que o serviço público de qualidade chegue aonde o cidadão vive. Quantas vezes eu vi o setor de base florestal mendigando, implorando para fazer um projeto de manejo, porque às vezes demora anos para conseguir. Ações como essas devem ser diariamente trabalhadas no Governo para destravar a economia”, apontou.

Outra demanda de Juína é relativa ao descaso com a Saúde, uma vez que o Estado tem atrasado constantemente os repasses para a manutenção da saúde do município. Mauro lembrou que o hospital municipal atende não só Juína, mas várias outras cidades da região, como Brasnorte, Juruena, Castanheira, Cotriguaçu, Colniza e Aripuanã. “Antes de qualquer coisa, precisamos fazer a Saúde funcionar, fazer os hospitais que já existem funcionarem. Se garantirmos médico e remédios, já teremos 80% do problema resolvido. Uma das propostas que pretendemos implementar é a da Central de Medicamentos, para que toda a demanda do Estado seja adquirida em grande volume na Capital, direto do fabricante, e depois enviada aos municípios. Porque da forma como está hoje, muitas vezes os municípios do interior pagam até cinco, seis vezes mais pelos mesmos medicamentos, porque sai mais caro comprar em pequena quantidade e por meio de distribuidores”, sugeriu.